|
|
Campeonato do Mundo de SuperSport
02 Novembro 2008
O Campeonato do Mundo de SuperSport acompanha, desde 1999, o Campeonato do Mundo de SuperBike e integra máquinas com cilindrada entre 400 e 600cc, para motores a quatro tempos, e entre 600 e 750cc, para os a dois tempos.
Os regulamentos da classe são, de resto, mais apertados que em SuperBike, mantendo praticamente o chassis original, enquanto o motor pode ser modificado em aspectos restritos. Até os pneus são semelhantes aos de estrada. Tudo combinado, resulta numa corrida arrepiante, onde o vencedor esperado pode tornar-se, de um segundo para outro, num desistente frustrado.
As etapas do Mundial de SuperSport decorrem em paralelo ao Campeonato do Mundo de SuperBike, sendo as posições de partida decididas pelas voltas mais rápidas realizadas pelos pilotos em duas sessões de 45 minutos de qualificação. Cada corrida tem cerca de 100km.
Miguel Praia tenta afirmar-se
Já com dois anos de experiência em SuperBike e outros dois na classe SuperSport, o piloto algarvio Miguel Praia (Parkalgar Racing Team) é em quem estão depositadas todas as esperanças portuguesas. Com a equipa integrada na HRC (Honda Racing), conta este ano com uma moto totalmente renovada, «cheia de pequenos, mas deliciosos pormenores», como o próprio descreve.
A grelha de partida é ocupada por 36 pilotos, provenientes de 14 países diferentes, com especial destaque para a Itália (7), Grã-Bretanha e França (5 cada). A participação de dois ex-campeões do Mundial de SuperSport, Andrew Pitt e Fabien Foret, três vencedores de etapas de SuperBike, Pitt, Chris Walker e Garry McCoy, dois campeões de SuperStock, Didier Van Keymeulen e Lorenzo Alfonsi), e um campeão do mundo de 125 Arnaud Vincent prometem fazer da edição deste ano uma das mais imprevisíveis de sempre.
| |